Engasgada na altura do olhos, da boca, do peito, do ventre, dos joelhos, dos tornozelos.
Tudo que se abre, que se fecha, me contorce e me amarra. Denso, sempre denso, denso, denso, que se solta na leveza do não controle.
Se solta, me agarra e dança comigo.
Gostar disso:
Seja o primeiro a gostar disso post.
Esta entrada foi publicada em fevereiro 15, 2010 às 11:00 pm e está arquivada como Sem categoria . Você pode acompanhar qualquer resposta para esta entrada através do feed RSS 2.0
Você pode deixar uma resposta, ou trackback do seu próprio site.